quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Vote nos mesmos candidatos e você cometerá os mesmos erros!


Não votar nos mesmos candidatos que estão disputando a governabilidade no Brasil! Motivos ?

1- Não há em instante algum por parte desses 'políticos de plantão,'coerência em sua fala, principalmente de temor ao ALTÍSSIMO! O mais importante de todos os Mandamentos, "Amarás a YHVH de todo o teu coração, entendimento e força, e o próximo com a ti mesmo"(Escrituras Sagradas)

2-Os atuais candidatos (de carreira) que fazem da política seu status quo já deram provas suficientes da continuidade de seus projetos.

3- Depois dos 70 anos sou beneficiado pelo voto facultativo, que deveria ser a prática no Brasil!

4- Voto obrigatório é um espécie de 'ditadura eleitoral'!

No ano de 2020 você vai escolher o seu candidato! SEM DIREITO A RECLAMAR DE SUA ESCOLHA! Vem aí novas eleições!

Anselmo Rafael Franco-Jornalista-





segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Mátéria publicada pelo Estadão.

O Brasil está próximo de se tornar sócio de um dos maiores telescópios do futuro, o Giant Magellan Telescope (GMT), previsto para entrar em operação por volta de 2020, nas montanhas do Deserto de Atacama, no Chile. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) aprovou um investimento de US$ 40 milhões para fazer parte do projeto, e já há um compromisso assumido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) de entrar como parceiro na iniciativa - garantindo, assim, que toda a comunidade astronômica brasileira terá acesso ao telescópio, e não apenas os pesquisadores paulistas.
Procurado pela reportagem, o MCTI não se pronunciou oficialmente, mas confirmou a informação de que pretende arcar com 50% do valor aprovado pela Fapesp - ou seja, US$ 20 milhões. "Ainda não há nada assinado, mas já temos um acordo", disse ao Estado o diretor científico da Fapesp, Carlos Henrique de Brito Cruz. "O ministério foi muito receptivo à oportunidade de abrir o telescópio para a comunidade científica brasileira como um todo."
Os US$ 40 milhões garantirão ao País uma participação de 4% no consórcio do GMT; o que significa que 4% do tempo de uso do telescópio estará reservado para o Brasil. "É uma participação que nos garante um número razoável de horas de uso e a oportunidade de estarmos suficientemente dentro da operação para entender e aprender como as coisas funcionam num observatório desse porte", avalia Brito Cruz -- destacando que, além da participação científica, abre-se a possibilidade da participação de empresas brasileiras na construção, operação e desenvolvimento tecnológico do telescópio.
O contrato com o GMT ainda não foi assinado, mas a aprovação da Fapesp foi noticiada no site do projeto como um "passo crucial" para a adesão de São Paulo ao projeto, e comemorada pelo diretor do conselho do GMT, Wendy Freedman. O consórcio, por enquanto, é formado por 10 instituições: 6 dos Estados Unidos, 3 da Austrália e 1 da Coreia do Sul. O custo total do projeto deve ficar em torno de US$ 1 bilhão.
A proposta de entrar para o projeto foi apresentada à Fapesp no final de 2011 por pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo, onde deverá ser criado também um Centro de Gestão de Grandes Projetos de Astronomia. O cientista que está a frente da iniciativa é o astrônomo João Steiner, professor titular do IAG. "Trata-se de um salto quantitativo e qualitativo que firmará a posição do país como participante pleno da astronomia mundial", disse Steiner à Agência Fapesp (veja a reportagem completa em: http://agencia.fapesp.br/19478).
Implicações
A notícia da adesão do MCTI ao projeto surpreendeu a comunidade astronômica nacional. A Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) publicou em seu site uma "carta aberta" ao ministro de Ciência e Tecnologia, Clelio Campolina Diniz, demonstrando surpresa e uma certa preocupação em relação a essa possibilidade.
"Embora não restem dúvidas quanto aos benefícios que a adesão a este telescópio trará aos pesquisadores do Estado de São Paulo, alertamos que este assunto não foi discutido em nível nacional e suas implicações aferidas pelos astrônomos brasileiros dentro de um Plano Nacional de Astronomia", diz a carta.
Associado a isso, há uma preocupação com relação às possíveis implicações do acordo com o GMT para o andamento da proposta de adesão do Brasil ao Observatório Europeu do Sul (ESO), outro grande consórcio astronômico internacional, que já opera vários telescópios de grande porte nos Andes chilenos e planeja construir o maior de todos eles nos próximos anos, chamado European Extremely Large Telescope (E-ELT).
A proposta de adesão do Brasil ao ESO -- que garantiria participação brasileira no E-ELT e ampliaria o acesso de astrônomos brasileiros aos telescópios já existentes -- foi aprovada em 2011 pelo MCTI e encaminhada ao Congresso para aprovação em fevereiro de 2013, com um valor negociado EU$ 260 milhões (US$ 350 milhões, ou R$ 790 milhões, em valores atuais, aproximadamente), distribuído ao longo de dez anos. O projeto é apoiado pela maioria da comunidade científica da área, mas o alto custo envolvido faz com que ele seja frequentemente questionado, e há pouco empenho político para sua aprovação.
"No intuito de impulsionar este processo, em 4 de junho, houve uma reunião de representantes da SAB com a Secretária Executiva do MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão), Eva Maria Dal Chiavon, Dep. Jorge Bittar (PT-RJ) e Hudson Mendonça (MCTI). Nesta reunião decidiu-se que o MCTI prepararia uma contra proposta para uma renegociação do valor do acordo ESO, considerado alto pelo MPOG. Porém até o presente momento, ainda não tivemos notícias sobre o andamento das negociações, sobre as quais aproveito



Nossos comentários:
Que tal um telescópio que passe a enxergar as urgentes necessidades do povo?

No Brasil, 77 milhões não têm água de qualidade, diz ONU

04/08/2014 - 12:36

Água

Alerta aponta que 114 milhões de pessoas não contam com uma 'solução sanitária' apropriada; representante da organização diz que crescimento da economia brasileira não se refletiu em melhores serviços de água e saneamento

Problemas com saneamento podem favorecer aparecimento de doenças como hepatite e cólera
Problemas com saneamento podem favorecer aparecimento de doenças como hepatite e cólera (Luis Carlos Moreira/VEJA)
Abastecimento de água regular e de qualidade ainda é uma realidade distante para 77 milhões de brasileiros - equivalente à população da Alemanha. O alerta é da Organização das Nações Unidas (ONU), que ainda aponta que 60% da população - 114 milhões de pessoas - "não têm uma solução sanitária apropriada". 
O informe que traz esses dados foi preparado pela relatora da ONU, Catarina de Albuquerque. Ela não hesita em alertar que o crescimento econômico dos últimos anos ainda não se traduziu em uma melhora em termos de acesso à água no país. Em junho de 2013, a representante das Nações Unidas teve sua primeira inspeção para realizar o levantamento vetada pelo governo. A ONU considerou que o veto tinha uma relação direta com os protestos que, em 2013, tomaram as cidades brasileiras. A viagem só aconteceria em dezembro de 2013, o que impediria que o informe produzido fosse apresentado aos demais governos da ONU e à sociedade civil antes da Copa do Mundo.
O raio X reflete uma crise que o país enfrenta no que se refere ao acesso à água e saneamento. "Milhões de pessoas continuam e viver em ambientes insalubres, sem acesso à água e saneamento", indicou o informe, apontando que o maior problema estaria nas favelas e nas zonas rurais. Catarina deixa claro que o crescimento da economia brasileira nos últimos anos não foi traduzida em ganhos nesse setor. "Nos últimos anos, o Brasil experimentou um desenvolvimento significativo, com crescimento econômico e uma melhoria dos indicadores sociais. Mas esses ganhos ainda não foram refletidos nos serviços de água e saneamento", alertou.
Leia também:
Brasil não consegue se livrar da cultura do desperdício de água
Alckmin: racionamento de água seria irresponsável


Segundo a ONU, o baixo investimento em saneamento no Brasil está tendo "custos elevados para a saúde pública". Em apenas um ano, 400.000 pessoas teriam sido internadas no país por diarreia, com um custo para o Serviço Único de Saúde (SUS) de 140 milhões de reais. O informe aponta que, para cada dólar que fosse investido em saneamento no Brasil, o retorno seria de cinco dólares em custos evitados e ganhos de produtividade.
As diferenças regionais são profundas. No Norte, 31% da população ainda vive sem um fornecimento adequado de água. No Nordeste, essa taxa chega a 21,5%. Um dos aspectos mais graves, segundo a entidade, é a "privação de água e saneamento" nas favelas. "O direito à água não pode ser negado a ninguém com base no status legal de sua moradia", alertou a relatora. Para ele, nem o governo e nem os provedores dos serviços tem o direito de negar o abastecimento.
Teto - O abastecimento também tem uma relação direta com a renda dos habitantes de uma região. "Em locais onde a população ganha um quarto de um salário mínimo, o déficit de água é de 35%", indicou a ONU. Em locais onde a renda é de cinco salários mínimos, 95% da população tem acesso adequada ao abastecimento de água."O Brasil tem ainda um longo caminho para garantir acesso universal a esse direito", afirmou a ONU.
Para contornar esse problema, a ONU sugere um teto para o preço da água e alerta que os padrões internacionais apontam que o abastecimento não pode representar mais que 5% do orçamento de uma família. Em sua visita ao Brasil, contudo, Catarina relatou ter encontrado famílias que gastavam 25% de sua renda com os serviços de água e saneamento.
"A relatora considera que é urgente uma determinação vinculante, no nível federal, de um porcentual máximo do orçamento de uma família para pagar pelo abastecimento de água e saneamento", indicou o informe.
A ONU alerta ainda que o governo federal precisa rever seus objetivos. Segundo o levantamento, o Plano Nacional de Saneamento não atende os mais necessitados. A meta do programa é atender 99% da população com o abastecimento de água até 2033. "O Plano não tem como meta uma cobertura universal, deixando 1% da população sem acesso à água e 8% sem saneamento", alertou. "Isso vai provavelmente levar à exclusão dos mais pobres e mais vulneráveis."
Entre as recomendações, a ONU pede que o Brasil faça uma emenda à Constituição para tornar o direito à água em uma garantia constitucional. Outra proposta é de que empresas que fazem o abastecimento usem parte de seus ganhos nas bolsas para ampliar sua rede de serviços.
(Com Estadão Conteúdo)

Nosso comentário:
Este é o Brasil que os políticos querem!